Gaeco deflagra operação contra organização criminosa
A operação Arayú do Gaeco combate organização criminosa em Umuarama e região, com prisões, buscas e bloqueio de contas bancárias nesta quinta-feira.

A organização criminosa investigada pelo Gaeco foi alvo da Operação Arayú (fase 2) nesta quinta-feira (2), em Umuarama e região. Além disso, a ação apura tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais envolvendo suspeitos em diferentes cidades do Paraná.
Mandados foram cumpridos em três cidades
O Núcleo de Umuarama do Gaeco coordenou a operação e cumpriu três mandados de prisão preventiva e seis de busca e apreensão.
As equipes atuaram em Umuarama, Guaíra e Londrina. Em seguida, receberam apoio do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual, do Batalhão de Polícia de Fronteira e do Canil do 5º BPM.
Além disso, o Juízo das Garantias de Umuarama expediu as ordens judiciais e autorizou o bloqueio de contas bancárias e ativos financeiros dos investigados.

Investigação começou com apreensão de drogas
As investigações começaram após uma grande apreensão de drogas realizada em julho de 2025 na PR-317, no município de Lobato.
Na ocasião, a Polícia Militar Rodoviária interceptou um veículo com placas clonadas e encontrou 160,8 quilos de maconha. Além disso, dois adolescentes foram apreendidos durante a ocorrência.
Em seguida, o avanço das apurações levou à identificação de uma estrutura criminosa organizada com atuação regional.
Líder integrava facção criminosa
Durante a primeira fase da operação, em agosto de 2025, as forças de segurança cumpriram mandados contra um dos líderes do grupo.
A partir da análise do material apreendido, os investigadores identificaram a ligação do suspeito com uma facção criminosa.
Além disso, as apurações indicaram que ele coordenava o transporte, a logística e a venda de drogas em grande escala, inclusive com movimentações interestaduais.
Nova fase apreende drogas e veículos adulterados
Nesta etapa, os agentes apreenderam celulares, anotações, porções de maconha e uma motocicleta com sinais identificadores adulterados.
Agora, o Gaeco segue analisando o material recolhido para aprofundar a investigação. Enquanto isso, os presos permanecem à disposição da Justiça e o inquérito continua em andamento.
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